Minha Historia antecende o passado inocuo, se perfaz sem se completar, se ilustra sem se mostrar, se protege sem armaduras metalicas, se aliena sem adotar virtudes, passando pelas antropofagias recentes, transpasso minhas ilusões dia-a-dia atraves de intransponiveis razões decentes e morais. Moralidade sem sutaque, sem rima, sem verso, sem exatidão, sem nada, Inverto os papéis da fase freudiana e analiso o lirico que alucina, frestas azuis num mar sem sal e luzes vermelhas num baile sem platéia, briga rolando a luz de velas, ventania balançando os coqueiros do Sul.
Minha mente, essa sente, um vacuo de neuronios na desordem sem caminho, retroagindo o sarcasmo pubiico, descende da Noite, no silencio sepulcro do nada, porem, ela cria, descria, expressa, e seu maior aparelho imediato excretor, a boca, é a responsavel pelas minhas muitas verborragias exclamadas. Pretendo a progressão sem discipular ninguem, ser apenas um sonhador com atitudes concretas, ações honraveis, sentimentos agradaveis... o amanhã é relativo se o futuro é hoje, estrada sem monte, retas esburacadas, prefiro curvas previsiveis. Sem juizo de valor extremado, congratulo as perninhas do mosquito e parabenizo o chapeu verde-laminado. Medos que choram, arrependimentos ineficazes, relevam, assumem, exprimem, alimenta-se do grunge, que baba o Rock'n Roll by Elvis, Hip-Hop da periferia paulista e as tchutchucas, cachorras e fogosas do funk carioca. Quero enfase no brilho fluorescente dos Humanoides anti-eticos. Arriba Muchachos !